Dados do sistema funcionam como prova

iG Minas Gerais | pedro vaz perez |

A tornozeleira eletrônica, além de instrumento de monitoramento, pode ser usada como evidência em investigações.  

“Como a tornozeleira funciona como um GPS, há, para as autoridades, a vantagem de saber onde aquela pessoa estava, caso seja acusado por algum crime. Ou seja, esses dados se tornam provas”, avalia Adilson Rocha, presidente da Comissão de Assuntos Penitenciários da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG).

Mundo. Segundo Rocha, a tornozeleira já é adotada por diversos países em todo o mundo desde a década de 1960. “Para nós ainda é uma tecnologia relativamente nova, mas, nos Estados Unidos, por exemplo, o número de monitorados atinge a casa dos milhões”, avalia.

Segundo ele, países como Inglaterra e Argentina também são adeptos da tecnologia. Neles, de acordo com o advogado, também existem monitorados cometendo crimes. “É impossível zerar a reincidência criminal, independentemente de monitoramento”.

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