Médico faz alerta contra cirurgia

iG Minas Gerais | Laren Stove |

Nova York. Jonathan T. Deland, chefe do Departamento de Pé e Tornozelo e cirurgião ortopédico do Hospital para Cirurgias Especiais, é contra qualquer procedimento cosmético, até os menos radicais. “Mais importante que qualquer outra coisa é que o pé não doa e seja funcional. Se a paciente usa um salto de 6 cm sem dor, mas reclama quando usa um de 9 cm, então não há motivo para operar”, afirma.  

Deland também é cauteloso no que se refere às injeções de “acolchoamento” dos pés. “Se houvesse uma que realmente funcionasse e durasse, muitos dos médicos bons a aplicariam, porque esse é um problema muito comum. A verdade é que não há.”

Entretanto, para Annette Healey, vice-presidente de serviços de varejo da CBRE (empresa imobiliária norte-americana), a bunionectomia era caso de necessidade. “Para o cargo que ocupo não posso usar tênis”, lamenta. Agora ela garante que pode caminhar até 30 km em botas de salto. Embora passe 95% do tempo de rasteirinhas ou salto anabela, agora também pode exibir Prada, Manolo e Gucci. Mas há limites. “Infelizmente, nunca vou poder desfilar de Christian Louboutin”, suspira. 

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