Rasteiras e golpes baixos se tornaram “normais” no futebol

iG Minas Gerais |

Jayme de Almeida ficou sabendo pela imprensa que tinha sido demitido. Um desrespeito cometido pelo Flamengo com um profissional e, acima de tudo, com um cidadão. O futebol, assim como a vida, é cheio de exemplos assim, de gente desse jeito. Como diria Nelson Rodrigues, “A vida como ela é!”. Não foi o primeiro nem será o último caso, no Flamengo e em tantos clubes mundo afora. Mas tem o outro lado também: treinadores que “dispensam” o clube, porque não estão satisfeitos com o ambiente ou porque recebem proposta melhor. Mão dupla O próprio Flamengo passou por isso com o antecessor de Jayme: Mano Menezes, que arrumou uma desculpa esfarrapada e depois teve confirmada a informação da imprensa de que estaria acertado com o Corinthians. Na segunda-feira ele aproveitou para voltar ao assunto e dar o troco em quem o criticou na época, principalmente a diretoria do Flamengo: “Sobre a saída do Jayme, vou resumir em uma frase: nada como um dia depois do outro; no futebol, é sempre bom esperar um pouquinho, porque depois vem outro dia, e as coisas entram nos eixos”. O recado Perguntado para quem era o recado, completou: “”Para o futebol. Para as opiniões, para quem se apressa em dar opiniões e julgar”. Ney Franco será o sucessor de Jayme, e vi companheiros criticando-o, injustamente, diga-se. Onde está qualquer culpa ou erro de Ney em aceitar esse convite, já que ele estava para cair no Vitória? Antes que o demitissem, demitiu-se! Patrocinador do ano Na eleição do III Prêmio BrSM (Brasil Sports Market) de Gestão do Futebol Brasileiro, a Ambev, com a marca Brahma, foi eleita a melhor empresa parceira do futebol em 2013. O anúncio foi feito na terça-feira, durante o 3º Business FC, realizado em São Paulo. Ficou à frente de Allianz Seguros, Caixa, Itaipava e Rede Globo, com as ações do projeto “Movimento por um Futebol Melhor”. Otimismo O que nos deixa otimistas em relação ao América é que o time está vencendo jogando bem e o rendimento não cai quando o técnico Moacir Júnior substitui um jogador, o que mostra que o elenco foi bem montado para esta disputa da Série B. Um plantel equilibrado é fundamental em competições longas como o Brasileiro, principalmente neste ano, com o calendário mais apertado em função da Copa do Mundo. Ainda neste mês o time fará cinco jogos em apenas 14 dias, começando ontem contra o Bahia, pela Copa do Brasil, em Salvador.

Luciano do Valle O pré-credenciamento para eventos como Copa do Mundo é feito com seis meses de antecedência. Portanto, o Luciano do Valle já estava no sistema de pré-credenciados da Fifa, desde dezembro do ano passado, quando foi aberto o período de inscrições das empresas que cobrirão o Mundial. E hoje, quando for aberto o Centro de Credenciamento de Rádio e TV, no Riocen-tro-RJ, “a primeira credencial impressa será a que caberia ao narrador falecido em 19 de abril. Colegas dele na Band a receberão. Seria a nona Copa de Luciano”. É o que informam os companheiros Jorge Luiz Rodrigues e Maurício Fonseca, do “O Globo”.

Robinho na Copa O atacante do Milan não entrou na lista dos 23 do Felipão, mas está no álbum de figurinhas do Mundial, que tem feito um sucesso danado com a meninada e com os marmanjos país afora. Em compensação, sete dos convocados pelo treinador estão fora do álbum: os goleiros Jefferson (Botafogo) e Victor (Atlético), o lateral-esquerdo Maxwell (PSG), o zagueiro Henrique (Nápoli), o lateral-direito Maicon (Roma), o meia Fernandinho (Manchester City) e o atacante Jô (Atlético). A Panini, editora responsável pelo álbum oficial da Copa do Mundo, vai analisar se lançará as figurinhas dos sete jogadores que ficaram fora.

“Muita$ homenagen$” Ouço na Itatiaia Wellington Campos dizer que Luiz Felipe Scolari está na Suíça para o lançamento de um relógio em sua “homenagem”. “Homenagen$” como essa fazem do treinador o maior concorrente de Neymar em patrocínios individuais entre todos os integrantes da seleção brasileira que disputará a Copa. Está certo, pois, como dizia Kafunga, “homenagem se faz em vida; depois que o sujeito morre, não valerá de nada para ele”.

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