A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras! Que o Galão ganharia o clássico, isso eu já sabia. O time do lado de lá da lagoa é e sempre será nosso freguês, seja com time titular, misto ou reserva. Foi no sufoco, mas isso é que torna a emoção ainda maior, afinal, como disse o poeta, “se não é sofrido, não é do Galo”. Com a vitória demos um salto na tabela do Brasileirão. A proposta de entrar com uma armação ofensiva – com os dois laterais bem abertos pelo lado do campo, Tardelli na armação e André se movimentando no ataque – deu certo. O Galo fez um primeiro tempo razoável e, por um descuido, tomou gol. Na segunda etapa, Levir fez o que tinha que fazer: arriscou tudo colocando dois atacantes, Carlos e Marion, o que fez toda a diferença, pois eles entraram bem no jogo, especialmente Marion, que deu nova vida ao ataque, com muita velocidade e habilidade. Eu já sabia!

A voz Celeste

O que vem acontecendo com o Cruzeiro no Brasileirão é no mínimo curioso. Em todas as cinco partidas, erraram contra o maior de Minas, diante do São Paulo e do nosso rival. Mesmo jogando com o time reserva, tínhamos condições de vencer no domingo, mas Hebert Roberto Lopes e a auxiliar Fernanda Colombo erraram. O árbitro não marcou um pênalti claro, já a auxiliar marcou um impedimento que é um erro de iniciante e não de quem é aspirante ao quadro da Fifa. Mesmo com tudo isso, se o time tivesse uma postura mais ofensiva, teríamos vencido. Fizeram dois gols suados. Agora é colocar a cabeça no lugar e saber que temos um jogo que é uma decisão na quarta-feira. Para vencer o San Lorenzo por dois ou mais gols de diferença, é necessário jogar mais do que vem jogando. Dentro de casa é obrigação, partir para cima, mudando a postura dos últimos jogos.

Avacoelhada

Matheus e Pablo foram os destaques individuais do time americano na vitória sobre o Bragantino por 2 a 0, no último sábado, fora de casa. Além de importantes defesas e corajosas antecipações, Matheus defendeu um pênalti e ainda diminuiu o ângulo na conclusão da rebatida. Pablo, na função específica de lateral-direito, aumentou a produtividade ofensiva e jogou a melhor partida dele pelo América. Marcou o primeiro gol e fez a assistência do segundo. O time americano teve menos posse de bola que o adversário, mas demonstrou grande empenho coletivo na marcação, alta competitividade e aproveitamento eficiente nas finalizações. Gilson e Ricardinho foram os principais responsáveis pelas triangulações ofensivas. Tchô e, depois, Mancini ficaram isolados na armação pelo centro e tiveram dificuldades na organização.

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