Suposta funcionária da PBH é presa após furtar roupas de Feira Shop

Mulher confessou o crime e contou a polícia que o ato foi motivado por estresse; ela não tem passagem e pode ser ouvida e liberada

iG Minas Gerais | CAMILA KIFER |

Polícia localizou 12 peças de roupas com a suspeita
Divulgação / Polícia Militar
Polícia localizou 12 peças de roupas com a suspeita

Uma operação de rotina da Polícia Militar (PM) na Praça Sete, no centro de Belo Horizonte, no fim da tarde desta segunda-feira (12), terminou com uma suposta funcionária da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) presa por furto. Em depoimento, Carolina Faria, de 31 anos, confessou o crime e justificou o acontecimento declarando estar estressada.

A polícia foi acionada pela proprietária de uma loja de roupas que fica dentro de uma Feira Shop da avenida Afonso Pena. No local, ela relatou à polícia que a suspeita havia entrado mais cedo em seu stand e experimentado algumas peças. Quando foi realizar o pagamento, o cartão da suposta cliente não foi aceito e ela disse que voltaria para encerrar a compra.

“Quando a mulher saiu, ficou constatado que estava faltando dua peças no montante escolhido por ela. Porém, a proprietária foi surpreendida pela cliente que voltou dizendo ter esquecido uma sacola com remédios. A proprietária afirmou que só entregaria se ela devolvesse a roupa, como a  Carolina não queria entregar ela acionou a viatura”, contou o aspirante Joaquim Cardoso da 6 Ciaª do 1º Batalhão da PM.

Durante a revista, a polícia localizou com Carolina não apenas duas peças de roupas, mas 12. Ela se apresentou como funcionária do setor de perícia da prefeitura de Belo Horizonte. A informação ainda não foi confirmada. Ela foi encaminhada para a Central de Flagrantes da capital. Por ser réu primária ela pode responder em liberdade. 

O plantão da assessoria de comunicação da Prefeitura de Belo Horizonte informou que não há como confirmar se a mulher detida é realmente servidora municipal. Mas, declarou que sendo ou não funcionária ela deve pagar pelos delitos cometidos.    

Operação

Na Praça Sete, os militares apreenderam dois menores que estavam tentando vender um aparelho celular pelo valor de R$ 50. Eles não declararam ter comprado o telefone, mas não quiseram dizer onde.    

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