Coletivo trabalha o nu em ensaios fotográficos

iG Minas Gerais | Bárbara Ferreira |

Pessoas nuas, convivendo naturalmente em cenários diversos – como cachoeiras, festas ou em casa. Esse tipo de interação social, em que as pessoas estão despidas em uma convivência coletiva, é tema recorrente nos trabalhos fotográficos do Além, que se define como um coletivo de arte político-poética e enfoca cenas sem qualquer sexualização.  

Com sede em São Paulo, o movimento percorre o país em busca de personagens e já esteve em Belo Horizonte, onde foram feitos vários trabalhos, entre eles o Pelos Pelos, que mostra não somente a nudez, mas também a opressão aos pelos, principalmente no caso das mulheres.

“A gente tem visto um pouco dessa movimentação sobre a nudez (a naturalização dos corpos) por aí. Em alguns lugares, percebo uma exposição do corpo de maneira diferente, uma espécie de naturalização dos corpos. Nossa intenção ao trabalhar com o corpo é acabar com os tabus em relação a isso”, explica o fotógrafo Mateus Lima, 27, que fez vários ensaios do Além.

Ele reforça que o mais importante nos trabalhos é mostrar os corpos nus em situações normais, sem a preocupação com padrões estéticos. Os trabalhos do Além estão no site www.alem.art.br.

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