Se for invalidado, o dinheiro é devolvido

iG Minas Gerais | Queila Ariadne |

O leilão judicial é um caso extremo para executar dívidas. Antes são tentados acordos e, mesmo após o leilão, o devedor ainda pode recorrer. Na opinião do leiloeiro Raimundo Soares Vargas, esse é um dos poucos riscos para quem compra. “Às vezes, o advogado de quem deve espera o leilão acontecer para questionar alguma coisa do edital, que invalida o processo. E o bem só é liberado após resolver tudo”, explica Vargas.  

Até tudo ser resolvido, quem compra fica com o dinheiro parado. “Mas, se por algum motivo o juiz anular o leilão, o comprador recebe tudo de volta”, destaca.

Os leilões judiciais podem ser feitos por um leiloeiro particular indicado pelo credor ou por um oficial de Justiça. No primeiro caso, assim como em leilões extrajudiciais feitos por bancos e empresas especializadas, quem compra tem que pagar uma comissão de 5% sobre o valor comercializado. Já no segundo caso, não precisa pagar a comissão. 

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