Em fase de baixa adrenalina

No “Mais Você”, de Ana Maria Braga, Dani Monteiro se distancia cada vez mais da imagem esportiva

iG Minas Gerais | caroline borges tv press |

Receio. 

No início, Dani acreditava que não conseguiria se adaptar ao formato do jornalismo mais sério
Jorge Rodrigues Jorge/CZN
Receio. No início, Dani acreditava que não conseguiria se adaptar ao formato do jornalismo mais sério

[NORMAL_A]Intensidade e inquietação sempre fizeram parte da carreira de Dani Monteiro. Ex-integrante de programas como “Zona de Impacto”, do SporTV, e “Esporte Espetacular”, da Globo, a adrenalina foi a principal força de trabalho da jornalista. Tímpano estourado e pontos na perna, no nariz e na testa foram algumas das consequências das aventuras de Dani em seu dia a dia movimentado. No entanto, a chegada dos 30 anos e a maternidade exigiram da atual repórter do “Mais Você” um estilo menos arriscado de viver. “Nunca achei que minhas aventuras fossem dar errado. Mas não tenho mais como ficar 15 dias incomunicável em locais remotos. Era uma vida que demandava muito de mim. Quando é só a gente no mundo, tudo bem”, afirma ela.

Após dois anos no “Vídeo Show”, Dani recebeu um convite do diretor de núcleo Boninho para integrar a equipe do programa de Ana Maria Braga. Inicialmente, a jornalista duvidou se tinha o perfil ideal para trabalhar no matinal. Conhecida do esporte e do entretenimento, Dani achou que não se encaixaria nas matérias jornalísticas da produção que abordam problemas do cotidiano e da cidade. “O ‘Mais Você’ flutua entre entretenimento e ‘hard news’. Nunca me senti confortável nesse formato mais sério do jornalismo. Achava que não conseguiria me afastar das histórias e ser tão isenta”, explica. Há quase dois meses no programa, Dani buscou se distanciar do perfil mais espontâneo e animado com que comandou grande parte dos programas ao longo de sua carreira. “Sempre fui uma palhaça. Um colega de trabalho já falou para mim que estava surpreso com esse meu lado mais sério e jornalístico. Estou me acostumando a não contar minha história e sim as dos outros”, ressalta.

“Nunca achei que minhas aventuras fossem dar errado. Mas não tenho mais como ficar 15 dias incomunicável”

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