Apaixonado por Juliana, Zelão vai fazer de tudo para conquistar a professora

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Paixão. Para estar mais próximo de sua amada, Zelão vai se matricular na escola de Juliana
Globo
Paixão. Para estar mais próximo de sua amada, Zelão vai se matricular na escola de Juliana

São Paulo. Na pele do anti-herói Zelão, o ator Irandhir Santos, reconhecido pelos trabalhos no cinema e no teatro, faz a sua estreia em novelas. Santos conta que seu personagem fará tudo para conquistar o amor da professorinha Juliana (Bruna Linzmeyer), na novela “Meu Pedacinho de Chão” (Globo).

De acordo com ele, a cara de mau do capataz de Epaminondas (Osmar Prado), aos poucos, começa a mudar. Nas redes sociais, o público já torce para que Zelão namore Juliana. “O público o vê como um cara bom. Ele vai fazer de tudo para se aproximar e para se declarar a Juliana. Vai até escrever cartinhas de amor com a ajuda de um colega, pois é analfabeto”, conta o ator. E completa: “Sempre que ela passar, vai afastar a franja do olho para vê-la melhor. A sombra do rosto vai se abrir para ela”.

Segundo o ator, o visual de Zelão é um dos fatores mais importantes para que o público o entenda. “O objetivo é extrapolar o realismo e tentar chegar a um corpo expressivo. Para o papel, eu me espelho em um cavalo, que tem a bravura e a elegância”.

Nos próximos capítulos da trama de Benedito Ruy Barbosa, o capataz vai se matricular na escola de Juliana para ficar mais perto dela. “Quem já se apaixonou verdadeiramente vai se identificar muito com Zelão. Eu acabo lembrando das minhas paixões de infância”, afirma. Mas a felicidade de estar perto da pessoa amada vai contrastar com a chateação de seu emprego. O coronel Epa não vai mais querer pagá-lo nem lhe dar direitos trabalhistas.

Famoso por seus papéis no cinema, como nos filmes “Olhos Azuis” (2009), “Tropa de Elite 2” (2010) e “Tatuagem” (2013), e detentor de diversos prêmios na carreira, Santos faz a sua estreia em novelas e se diz realizado. “Eu me realizo em todos os projetos de que participo. Demorei para entrar para a televisão, pois nos últimos sete anos as histórias que eu queria contar estavam no cinema”.

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