Teatro Marília é reaberto para receber a programação do FIT-BH

Após reinauguração do Teatro Francisco Nunes, outro emblemático espaço cultural é devolvido reformado e com melhorias à cidade

iG Minas Gerais | Gustavo Rocha |

Magazine - Reabertura do Teatro Marilia , em Belo Horizonte MG. Foto: Alex de Jesus/O Tempo 09/05/2015
Magazine - Reabertura do Teatro Marilia , em Belo Horizonte MG. Foto: Alex de Jesus/O Tempo 09/05/2015
Após pouco mais de um ano de fechamento para reformas e compra de novos equipamentos, o Teatro Marília, que completa 50 anos de vida em 2014, abriu suas portas em cerimônia que rendeu honras aos personagens que fizeram a história do espaço. "Isso até parece a reunião de uma família, que lembra de suas histórias quando se reúne", destacou o prefeito Marcio Lacerda em sua fala, que encerrou a solenidade em tom bem-humorado.   Um dos pontos destacados da fala dele e do presidente da Fundação Municipal de Cultura (FMC), Leônidas Oliveira, foi o trabalho da equipe responsável pela reforma, encabeçada pela arquiteta Michelle Ziadi. "Nós ficamos aqui até às 4h, quando as faxineiras chegaram para fazer a limpeza. Queríamos que tudo estivesse perfeito para essa reinaguração. A própria Michelle ajudou na faxina e também a colar o azulejo da fachada", revela Oliveira.   O prefeito anunciou ainda a abertura de três novos espaços: o tradicional Cine Santa Tereza – que vem sendo reformado, a abertura do espaço cênico Alípio de Melo, teatro na regional Noroeste da cidade e o Centro de Referência da Juventude na Praça da Estação.   O presidente da FMC também revelou que, em breve, serão lançados editais de ocupação do teatro e também de montagem de espetáculos que serão produzidos com recursos públicos e serão apresentados no teatro. Uma novidade no âmbito municipal.   Uma placa foi desferida com o nome de Clóvis Salgado, que foi o mentor da ideia de um novo teatro em Belo Horizonte. A cerimônia ainda rendeu homenagens à pessoas ligadas ao teatro: seu primeiro diretor, Júlio Varela, a eterna dama do teatro mineiro, Wilma Henriques, a primeira diretora a encenar uma peça no palco do Marília, “Vestido de Noiva”, Haydée Bittencourt, em 1964, e a própria Marília Salgado.   Para os que não sabem, o nome do teatro – da Cruz Vermelha, mas administrado pela PBH – é uma homenagem a uma das filhas de Clóvis Salgado, que não quis colocar seu próprio nome no espaço.

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