Homem quis se casar com seu MacBook

Conheça Chris Sevier, o ex-advogado americano que processou a Apple por ter conhecido a pornografia a partir de um notebook da marca

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Reprodução
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Veja só a história: há 11 anos, o ex-advogado americano Chris Sevier processou a Apple porque, segundo ele, a empresa foi incapaz de protegê-lo da grande quantidade de conteúdo pornô que existia na web. Sevier reclamava que teria conhecido a pornografia acidentalmente, por meio de um MacBook.

Em 2004, um ano mais tarde, como já se considerava um viciado no conteúdo erótico ‘causado pelo computador’, Sevier decidiu que o mais apropriado seria casar-se com a máquina. No entanto, por algum motivo, a Justiça americana não permitiu. Insatisfeito, ele voltou aos tribunais: dessa vez, porém, para processar o Estado de Utah.

A justificativa dele é a seguinte: o sentimento que ele direciona ao MacBook seria o mesmo visto entre casais homossexuais, que também são impedidos de casar naquele Estado. Assim, o homem pegou carona no tema gay para alegar estar sofrendo discriminação.

O ex-advogado justificou sua ação em um documento de 50 páginas, divulgado pelo  repercutido pelo site Vocativ. Mesmo assim, o juiz Robert Hinkle rejeitou o processo. “Talvez a moção seja satírica. Ou talvez ele só esteja fora da realidade. De qualquer forma, a moção não tem lugar neste processo”, escreveu Hinkle. É cada uma, não?  

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