PT reage para atingir líder tucano

iG Minas Gerais |

Brasília. O PT tenta neutralizar o impacto político da criação da CPI mista da Petrobras com a criação de outra comissão de inquérito. Ontem, o partido protocolou pedido de abertura de uma CPI do metrô de São Paulo. A iniciativa de investigar as suspeitas que pesam sobre a gestão do PSDB visam atingir, por tabela, o senador presidenciável Aécio Neves.  

Da oposição, o único a assinar o pedido foi o próprio Aécio. Na coleta das assinaturas, na terça-feira, durante a sessão do Senado, os líderes do PT, Humberto Costa (PT-PE), e do PSDB, Aloysio Nunes (PSDB-SP), tiveram um bate-boca quando o petista cobrou do tucano a assinatura da CPI do cartel.

Aloysio assinou o pedido e, em seguida, alegando tê-lo feito por engano, retirou a assinatura. “Achei que estava sendo abordado por um assessor do meu gabinete para assinar um documento. Quando vi que era do PT, retirei meu nome”, explicou.

“O líder do PSDB e o senador Aécio Neves disseram que seriam os primeiros a assinarem o requerimento da CPMI do metrô. Que assinem, então”, cobrou Humberto Costa.

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