Primeiro dia de greve em BH tem UPAs funcionando em escala mínima

Unidades de saúde, escolas, serviços de coleta de lixo e administrativos funcionaram em escala mínima

iG Minas Gerais | da redação |

O primeiro dia de greve geral dos servidores públicos municipais de Belo Horizonte, teve paralisações parciais e totais em unidades de saúde, escolas, serviços de coleta de lixo e administrativos. De acordo com Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel), o BH Resolve e o serviço de coleta de lixo nas regionais Leste, Centro-Sul e Viaduto Floresta não funcionaram. As Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e o Hospital Odilon Behrens funcionaram em escala mínima de 30%, segundo o sindicato.

Já os centros de saúde, canis, laboratórios e Unidades de Referência Secundária tiveram variação no percentual de servidores que aderiram à paralisação. Barreiro e Noroeste foram as regionais onde houve registro de mais profissionais em greve.

De acordo com o balanço divulgado pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), 91% das escolas municipais e 97% das Unidades Municipais de Educação Infantil (Umeis) funcionaram normalmente. Ainda de acordo com a PBH, nenhuma unidade de saúde deixou de funcionar por causa a greve. Do total de funcionários da saúde, 21% não trabalharam.

A prefeitura informou também que apresentou proposta de reajuste salarial aos servidores municipais de 5,56%, o que corresponde à inflação de 2013, segundo o índice INPC, a partir de outubro, e um acréscimo de 5,88% no vale-alimentação, também a partir de outubro.

Outros itens da pauta apresentada pelos servidores estão sendo discutidos na Mesa de Negociação Sindical, já que demandam estudos técnicos e jurídicos. A próxima reunião da Mesa será no dia 12 de maio. Em nota, a prefeitura reafirmou que está sempre aberta ao diálogo.

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