Avacoelhada

iG Minas Gerais |

O América disputa com o Bahia, às 22h, no Independência, o jogo de ida da segunda fase da Copa do Brasil. Em competição de eliminatória simples, prevalece o aproveitamento mais eficiente. De acordo com a combinação de resultados, até com derrota é possível obter a classificação. Moacir Júnior está próximo de encontrar a formação ideal. Matheus, André, Vitor Hugo e Guerreiro são os principais responsáveis pela segurança defensiva. Elsinho, Gilson, Pablo e Andrei defendem e atacam. Falta encontrar o melhor posicionamento de Tchô, que tem capacidade para ser mais produtivo. Talvez mais avançado, centralizado ou aberto pelo lado, a fim de facilitar a infiltração na grande área. Embora Andrei seja jogador de uma intermediária à outra, deveria ser liberado para jogar próximo de Tchô. Concentração no Espetinho do Marquinho, à rua Pitangui, 3.189.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Quando Réver se recuperou da contusão e voltou à equipe do então técnico “barca furada” Autuori, eu disse que dava para usar um esquema de três zagueiros com Réver, Leonardo Silva e Otamendi. Continuo com essa ideia e acho que Levir Culpi poderia pensar nessa alternativa. É uma pena deixar qualquer um desses três bons zagueiros de fora. Também seria interessante, porque o Galo tem problemas crônicos nas duas laterais, e, nesse esquema de três zagueiros, Levir pode até mesmo usar jogadores de meio campo como alas, atuando pela beirada do campo. Uma possibilidade seria Leandro Donizete pela direita, enquanto Marcos Rocha se recupera, e Dátolo na esquerda, ou até mesmo o jovem Marion, que tem fôlego para chegar à frente e voltar para marcar. São alternativas que, se bem-pensadas e treinadas, podem resolver parte dos problemas do Galo.

A voz Celeste

Marcelo Oliveira chega à Argentina com o time escalado e pronto para a batalha com o San Lorenzo. Libertadores é uma competição diferente, em que tudo pode acontecer. Raça e vontade são essenciais para vencer a competição mais importante do nosso continente. Tenho frequentado a Toca da Raposa mais do que o normal e também viajado com o grupo. O ambiente é muito bom, e todos estão unidos. Existe respeito aos líderes, dentro do grupo, que se destacam pelo trabalho feito ao longo de suas carreiras. No começo do ano passado, Fábio deu entrevista falando que era o melhor grupo com que já havia trabalhado no Cruzeiro. Pode não ser o melhor, mas, com a conquista do Brasileiro, é o mais vencedor. Galera, não pude estar presente ao 4° Encontro dos Cruzeirenses, em Senhora de Oliveira, mas fiquei sabendo que foi um sucesso. Parabéns, Zé Gominha! 

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