Dilma destaca avanço no investimento em saneamento

De acordo com a presidente, o governo federal investia em média R$ 1 bilhão por ano na área de esgotamento sanitário antes de Lula; a terceira etapa das ações para saneamento básico e tratamento de água tem o valor de R$ 2,8 bilhões

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Presidente Dilma Rousseff durante cerimônia de anúncio do resultado da seleção de saneamento e pavimentação do PAC2.
Roberto Stuckert Filho/PR
Presidente Dilma Rousseff durante cerimônia de anúncio do resultado da seleção de saneamento e pavimentação do PAC2.

A presidente Dilma Rousseff lançou nesta terça-feira, 6, a terceira etapa das ações para saneamento básico e tratamento de água no valor de R$ 2,8 bilhões dentro da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), exaltando as ações desenvolvidas desde o governo do ex-presidente Lula.

Segundo ela, o governo federal investia em média R$ 1 bilhão por ano na área de esgotamento sanitário antes de Lula, entre outras cosias, em função de restrições impostas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pela falta de prioridade política.

De acordo com a presidente, as prioridades mudaram a partir do governo Lula. "Hoje, eu estou me beneficiando das decisões tomadas no governo Lula", disse. "No início do segundo mandato (de Lula), nós tínhamos nos aprumado e investíamos em torno de R$ 20 bilhões, agora estamos chegando a R$ 37,8 bilhões. Isso mostra que avançamos bastante e mostra que temos de avançar muito mais, justamente porque no passado se investiu pouco. Agora, temos de investir muito mais. Daí a importância de avançar em parceria com as empresas e os Estados", ressaltou.

A presidente destacou a importância das inversões em saneamento justificando que, além dos benefícios para saúde pública, elas também garantem o incentivo ao emprego e à renda. Ela também falou que no Brasil houve um descompasso entre as taxa de crescimento da renda e consumo e da oferta de serviços básicos.

Segundo ela, isso ocorre porque a execução de obras nesses serviços, como saúde, educação e saneamento, demoravam mais. Dilma afirmou que com mais investimento realizado nos últimos anos foi possível reduzir de seis anos para dois anos a média das construções sanitárias.

A presidente concluiu o discurso cobrando celeridade dos prefeitos e governadores, responsáveis pela eficácia na execução das obras de saneamento, cujos recursos são liberados pelo governo federal. "Estamos nos esforçando para acabar com déficit de saneamento, que era vergonhoso".

Leia tudo sobre: PAC 2Dilma RousseffLulaSaneamentoavançoinvestimentotratamento de águaesgoto