Mudança de regras aumentou demanda

iG Minas Gerais | Jáder Rezende |

Há cerca de um ano, o Conselho Federal de Medicina (CFM) alterou as regras para procedimentos de reprodução assistida no país, garantindo o acesso à prática também a casais homossexuais e a mulheres solteiras – até então proibidas de recorrer a métodos artificiais. Desde que a modificação foi feita, o número de casais homo-afetivos que acalentam o sonho de constituir uma família que integram a lista de espera do Laboratório de Reprodução Humana (LRH) do Hospital das Clínicas vem aumentando significativamente.  

Subcoordenador do LRH da unidade, Francisco de Assis Pereira explica que os casais homossexuais podem participar do processo desde que a gestação, no caso dos homens, seja feita pela mãe, irmã ou parente de segundo grau, como uma tia.

Já no caso de relação entre duas mulheres, uma delas poderá manter a gravidez após o óvulo ser fecundado. 

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