Notificação é problema em Minas Gerais

iG Minas Gerais | Paula Coura |

Apesar do aumento, dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos indicam que, no Brasil, 47% das famílias que podiam doar órgãos de um parente que teve morte cerebral se recusaram a autorizar o procedimento. “Em Minas Gerais, esse número gira em torno de 30%, pondera o presidente do MG Transplantes, Charles Simão. O órgão é responsável pela captação e distribuição das doações. “No ano passado, tivemos a segunda menor taxa de recusa em todo do país”, completa.  

Ele ainda comenta que o maior problema em Minas estaria na notificação. “Nem sempre conseguimos que o hospital nos informe, em tempo hábil, que há possíveis doadores para que possamos fazer nosso trabalho”, afirma.

“No Estado utilizamos uma abordagem mais humanizada do que a nacional. Prestamos assistência antes, durante e depois do transplante às famílias envolvidas”, explica Simão.

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