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Donos do mundo. Jogadores, comissão técnica e dirigentes comemoram a conquista inédita de 2013
Douglas Magno - 20.10.2014
Donos do mundo. Jogadores, comissão técnica e dirigentes comemoram a conquista inédita de 2013

A casa cheia reflete o entrosamento entre torcida e Sada Cruzeiro. Nem mesmo o hino brasileiro passa imune ao fanatismo das arquibancadas: “a imagem do Cruzeiro resplandece” é o grito de guerra, mesmo quando o DJ já tirou o som. Ou, quando é no ginásio do Riacho, o trecho é abaixado propositalmente para se ouvir a voz dos torcedores.

Não é fácil definir um perfil de torcida do Sada. Em sua maioria, são cruzeirenses, mas também há atleticanos. Os homens, que também ocupavam maior parte das cadeiras, agora as dividem quase meio a meio com as mulheres. Acostumadas a frequentar o Mineirão para acompanhar o futebol, muitas adotaram também o time das quadras – seja pelo esporte, pelo amor à Raposa ou até pelos jogadores.

E quem observa de perto essa mudança de postura é o presidente do Cruzeiro Esporte Clube, Gilvan de Pinho Tavares, que tem na própria família um exemplo do novo comportamento feminino. “Temos a nossa torcida, e qualquer campeonato que for disputado pelo Cruzeiro ela apoia. Mas além desse tipo de torcedor, o Cruzeiro também trouxe as pessoas que não torciam para o time de futebol, mas que gostam de vôlei, que é o público feminino. Eu fico impressionado o tanto que as mulheres passaram a ‘ficar cruzeirenses’ com tanto entusiasmo pelo futebol quanto pelo time de vôlei. Eu vejo lá na minha família. Chega a tal ponto que em dia em que tem jogo do Sada Cruzeiro, ninguém sai”, revela o dirigente celeste.

No dia em que a equipe se sagrou bicampeã brasileira, em pleno ginásio do Mineirinho lotado, por exemplo, a presença do sexo feminino foi novamente evidente.

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