A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras! Levir Culpi, em entrevista na TV, falou do trabalhão que ele terá para arrumar a casa no Galo. E vai ter mesmo. Afinal, o Galo não pode ficar a vida inteira repetindo a mesma jogada: chutão pra frente, para Jô disputar com três zagueiros e tentar a sorte de pegar uma sobra, e então, realizar uma jogada de ataque. É inadmissível o Galo depender de uma única jogada, que até deu certo um dia, mas já ficou manjada e não tem mais efeito. Atualmente, não vemos mais o Galo fazer uma jogada de linha de fundo, uma penetração dos meias, um cruzamento dos laterais. Enfim, o time não tem qualquer padrão de jogo. E, pior, parece que Levir terá de controlar o ego de alguns jogadores – e essa deverá ser a parte mais difícil. Mas eu confio na competência dele. Acho mesmo que conseguirá ajeitar a casa e refazer o Galo para o restante da temporada.

A voz Celeste

Meus amigos, venho falando há muito tempo como o futebol brasileiro ficou caro. Os profissionais que trabalham na área se valorizaram muito. Para mim, treinador de futebol é a profissão mais bem remunerada do mundo. Paga se muito também para os jogadores de futebol. Onde vamos chegar com os altos salários? Cada dia, jogadores, treinadores e empresários estão mais ricos, e os clubes estão cada vez mais endividados. Tenho dito que as categorias de base são a redenção dos grandes clubes do mundo. Outra saída é um possível acordo entre os clubes brasileiros no sentido de fixar um teto salarial para os jogadores e também para os treinadores. Essa segunda opção, a do acordo entre clubes rivais dentro de campo, acho mais difícil de sair um acordo, porque cada clube tem a sua receita. O certo é que o Maior de Minas segue rumo ao tri da Libertadores.

Avacoelhada

Que início de Série B está fazendo o Coelhão! Diferentemente de outras oportunidades, o meio-campo está fazendo a diferença. Quando está com a bola, os volantes Leandro Guerreiro, Pablo e Andrei Girotto chegam bem ao ataque. Girotto, aliás, vem mostrando personalidade e ajudando com gols. No triunfo sobre o Boa foram dois do artilheiro. Já são três do volante goleador. Sem a bola, os três ‘motorzinhos’ da equipe sabem recompor o sistema defensivo de maneira rápida. A compactação do miolo americano tem sido de suma importância para o bom desempenho da retaguarda americana, que tem no gol a segurança de Matheus. Tchô, por sua vez, não vem tão bem assim, mas o gol marcado sobre o Boa pode servir de divisor de águas do armador, que foi substituído pela ‘sombra’ Mancini. O futuro na Copa do Brasil parece promissor. Na quarta-feira, para cima do Bahia!

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