Versão enfrenta inimigo ‘íntimo’

iG Minas Gerais |

Berlim, Alemanha. Do lado de fora, é um Golf. E, mesmo dentro, pelo menos até chegar aos 60 km/h, continua sendo um Golf. Mas a partir daí, torna-se um e-Golf. A estrutura do carro é a mesma e apesar de alguns quilos a mais, não são percebidas diferenças em relação à versão tradicional. A sensação de rodar em total silêncio é maravilhosa. E o e-Golf atinge 60 km/h em 4,2 s, antes de começar a perder impulso. Especialmente depois dos 80 km/h, de modo que a aceleração de 0 a 100 km/h se dá em 10,4 s. Na Alemanha, a distância média rodada pelos motoristas é de 50 km por dia, o que deixa a autonomia do Golf elétrico mais do que suficiente para satisfazer esse consumidor. Mesmo em velocidades mais altas, o custo para rodar cerca de 100 quilômetros fica, em média, em 3,3. O que equivale a R$ 10. Mas dentro da própria VW, há um concorrente mais interessante, o Golf GTE, modelo híbrido. Ele tem motor elétrico e à combustão, o que garante uma média de consumo de 66 km/l e autonomia de até 930 km. Isso graças às baterias do motor elétrico. O propulsor turbo 1.4 TFSI de injeção direta combinado com o parceiro elétrico ultrapassa os 200 cv de potência com uma velocidade máxima de 222 km/h. (Carlo Valente/Auto Press)

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