Pixando a experiência

O ato de pixar é forma autêntica de expressão? E mais: X-Art e Porngram, estabelecimentos que usam a criatividade para apresentar os cardápios e coisas que são proibidas no Brasil, mas permitidas no exterior. Baixe o app!

iG Minas Gerais | Da Redação |

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A edição 23 da O TEMPO LIVRE já saiu! Confira o que a revista virtual da Sempre Editora para iPad traz nessa edição! Capa Pixação: a transgressão da identidade: Professores, artistas e pesquisadores têm defendido cada vez mais a pixação como forma autêntica de expressão. Leia um trecho da matéria produzida pelo jornalista Fábio Corêa. “Para alguns, é sujeira, depredação do patrimônio público e poluição visual. Outros defendem o direito de se apropriar e identificar o espaço urbano – que, afinal de contas, é público. No cabo de guerra entre defensores e críticos, a pixação vem se tornando, cada vez mais, tema de debates acadêmicos, estéticos e jurídicos sobre a sua legalidade. Em março de 2014, o grupo de pesquisa Cultura de Rua, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), atrelado ao programa Cidade e Alteridade, da Faculdade de Direito, publicou uma réplica a uma matéria jornalística feita por um jornal mineiro que condenava a pixação. Na apresentação do texto da resposta, a reportagem é avaliada como preconceituosa por considerar a arte de rua “como 'depredação e sujeira'”, e por criminalizar os artistas anônimos que a praticam. “Nisso, está embutida uma visão privatista, que não considera as fachadas, muros e paredes como parte inalienável e integrante do comum da cidade: em permanente recriação e repensamento pelos viventes e produtores. Como se a paisagem onde tatuamos a nossa vida pudesse ter dono”, critica a réplica.” A matéria completa e a opinião de dois artistas - Desali e Comum - você confere no iPad. Não deixe de ler! Tendência Pornografia com cara de ‘realidade’: X-Art e Pornstagram são exemplos de sites que apostam nas fotos e vídeos sobre sexo ‘amador’, feito em casa. Confira um trecho da matéria de Anderson Rocha. “Nada de enfermeiras peitudas, entregadores de pizza bombados ou artificialidades sonoras: no X-Art ainda é pronografia, mas de uma forma diferente. A ideia do projeto é fugir dos clichês dos vídeos de sexo e se aproximar da transa caseira. Como assim? Essa parece ser uma tendência no ramo do entretenimento sexual. Além do projeto, que lançou sua filial brasileira, o site Pornstagram ganhou espaço na web para valorizar fotos de pessoas comuns durante o sexo.” A matéria completa você lê no aplicativo da revista. Meu Guia A liberdade estrangeira: Fazer, no exterior, atividades ilícitas por aqui, mas liberadas por lá pode ser uma experiência rica em aprendizados. O repórter Fábio Corrêa conversou com pessoas que tiveram a oportunidade de experimentar no exterior coisas que aqui no Brasil são proibidas. Quer saber o que ele descobriu? Então baixe a revista e confira! Lista Mas o que você pode fazer lá fora? Reunimos cinco coisas que você só pode fazer se viajar para o exterior. Descubra! Opinião Fomos às ruas para descobrir coisas que são permitidas lá fora - e não aqui - que as pessoas gostariam que fosse. Gastrô O cardápio diferenciado. O TEMPO LIVRE descobriu restaurantes em Belo Horizonte que inovaram na apresentação de seus menus. O repórter Anderson Rocha visitou alguns estabelecimentos que investiram no diferente e surpreendem os clientes com cardápios no iPad, no jogo-americano e em formatos alternativos. Quer saber quais são? Confira tudo na edição exclusiva. A revista Para baixar O TEMPO LIVRE, revista virtual da Sempre Editora, exclusiva para iPad, procure por ela na App Store. Depois de baixá-la, abra o aplicativo e tenha acesso a todas as edições da revista, que é gratuita. Uma versão para tablets do sistema Android está em desenvolvimento. 

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