Falta política pública para o segmento

iG Minas Gerais | Juliana Gontijo |

Para ter bons resultados, a bioeletricidade precisa de uma política setorial de longo prazo com realizações de leilões exclusivos e regionais, segundo o presidente executivo da Siamig, Mário Campos. No último caso, a vantagem seria a proximidade dos centros de consumo, que facilitaria os investimentos.  

Além do aspecto financeiro e de leilões específicos e regionais, Campos observa que o desempenho da bioeletricidade está ligado aos resultados do segmento, que vem perdendo competitividade no que se refere ao etanol na comparação com a gasolina. “Para ser competitivo, é necessário vender o etanol abaixo do custo de produção. O problema é que o preço da gasolina é artificial e o governo faz política econômica com uma estatal. Tudo isso para segurar a inflação, só que o resultado não foi dos melhores”, reclama. O dirigente disse que os preços dos combustíveis estão defasados. 

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