Capitão usa exemplo de algoz em 2009 para justificar chance de título

Para o goleiro Fábio, a forma de disputa da Libertadores proporciona aos clubes, mesmo com atuações irregulares, terem a chance de se sagrar campeões

iG Minas Gerais | GUILHERME GUIMARÃES |

Quarta-feira, 29 de abril de 2014. Esta data pode marcar mais uma classificação do Cruzeiro às quartas de final da Copa Libertadores, mantendo assim o sonho do tri da Raposa, ou virar o dia de mais uma desclassificação celeste na competição continental. Diante do Cerro Porteño (PAR), às 22h, no estádio La Olla Monumental, o time celeste tentará seguir vivo na disputa. Para isso, precisará de uma vitória simples ou de um empate por mais de dois gols para seguir adiante no torneio. Longe de ter sido o melhor time na fase de classificação, o Cruzeiro viveu “trancos e barrancos” para avançar às oitavas. Em seis jogos, o time de Marcelo Oliveira venceu três, empatou um e perdeu dois, somando 55,6% de aproveitamento. Atual campeão brasileiro e tido como um dos favoritos ao título da Libertadores antes do início da disputa, o Cruzeiro, na visão de Fábio, ainda tem tudo para seguir sonhando com o tricampeonato. O capitão da Raposa lembrou da história de um dos grandes algozes na história azul e branca, o Estudiantes (ARG), para afirmar que a Raposa pode levantar o troféu de campeão ao fim da competição. “Lógico que ninguém quer tropeçar ou ter resultados negativos durante a competição, mas o próprio campeonato te proporciona isso. Em 2009, quando fomos vice, o pior segundo colocado foi campeão. Eles tropeçaram várias vezes e, no momento correto, fortaleceram-se, cresceram e conseguiram o título fora de casa”, disse o goleiro.

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