Avacoelhada

iG Minas Gerais |

A busca obstinada pela vitória foi recompensada com a goleada convincente de 3 a 0 sobre o Ceará. O time americano demonstrou bastante determinação, postura ofensiva e atitude vencedora desde o início do jogo. Leandro Guerreiro, Andrei e Pablo anularam o meio-de-campo adversário. Elsinho e principalmente Gilson foram as opções de transição pelos lados. Ricardinho jogou praticamente de ponta-esquerda. Obina se destacou pela movimentação, assistências e o gol marcado. Tchô, que ficou muito isolado pelo centro, poderia ter avançado mais a fim de penetrar dentro da área, tabelar e finalizar. O atual camisa 10 do Coelhão tem mais características de ponta-de-lança do que armador. Moacir Júnior ainda repetiu a importante prática de realizar as três substituições. Caravana da Avacoelhada para Varginha, R$ 90, contatos Saraiva 8857-5576.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Confesso que, ao término do primeiro tempo da fatídica partida em que o Galo conseguiu perder para os reservas do Grêmio, minha vontade era a de não mais acompanhar o jogo, de tanto sofrimento. Porém, como meu ofício e, especialmente, minha paixão não permitiram, fui até o fim. Mas que está sendo muito difícil ver o Galo jogando tão mal, está! Assim como também dói ver nossos melhores jogadores tendo atuações abaixo da crítica. Lembram-se de que eu disse aqui, no início do ano, que o mal planejamento feito pelo então técnico, Autuori, poderia ter efeitos catastróficos? É o que está acontecendo. O Galo mal consegue dar um chute ao gol adversário. Espero que Levir Culpi, nesse curto tempo até o jogo de volta contra o Nacional, consiga fazer o nosso time jogar. Do contrário, as perspectivas não serão nada animadoras! Reage, Galo!

A voz Celeste

Um empate com gosto de derrota. É esse o sentimento da maioria dos cruzeirenses. Vencendo o jogo e virando líder, deixamos empatar no último minuto: brincadeira. Não tenho dúvida dos erros do árbitro e, principalmente, no lance que ocasionou o empate do São Paulo. O que não podemos é jogar a culpa toda no homem de preto. Se tivesse tido uma postura ofensiva, o time celeste, com certeza, teria vencido os paulistas, e não estaríamos lamentando o empate em 1 a 1. Agora é trocar o chip e partir para Assunção. Amanhã tem mais uma batalha, desta vez a decisão é pela Libertadores. O ataque precisa funcionar mais do que nunca. Se não fizermos gols, termina o sonho do tricampeonato. O Cerro Portenho é um bom time, mas não é nada de mais. Temos chances de vencer e bem. Abraços ao casal Antônio e Ursula Nogueira, competente coordenadora de esportes da rádio Itatiaia. 

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