Serviços específicos ficam fora

iG Minas Gerais | Lucas Pavanelli |

Dos 19 itens que compõem a verba indenizatória, oito deles não poderiam ser licitados. De acordo com vereadores, se tratam de serviços com caráter mais específico de cada gabinete.  

São os casos de rubricas como custeio de um curso ou seminário, viagem ou a contratação de uma consultoria, por exemplo. “Isso deveria passar pelo crivo da Presidência”, afirma o vereador Ronaldo Gontijo (PPS).

A esses itens se juntam, por exemplo, serviços de gabinete e informática – como a manutenção de equipamentos e de escritórios fora da Câmara.

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