‘Cérebro social’ precisa de muito afeto

iG Minas Gerais | Litza Mattos |

A alimentação, o sono e a locomoção são essenciais para a sobrevivência, mas o ser humano é um “animal social” que também depende dos laços sociais para ter uma vida plena.  

De acordo com pesquisas desenvolvidas pelo neurocientista argentino Facundo Manes, as experiências de afeto estariam associadas com o desenvolvimento e a conectividade do lado direito do cérebro do bebê e em redes cerebrais específicas que fazem parte do que tem sido chamado de “cérebro social”.

“Outro momento chave no desenvolvimento do ‘cérebro social’ é a adolescência. Descobrimos que os adolescentes com segurança afetiva se mostraram com melhores habilidades em tarefas que avaliam funções executivas”, afirma Manes. 

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