Um dos caminhos para o surgimento da verdadeira abundância

iG Minas Gerais |

Equipe Divina Madre
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Quando se fala em dinheiro, está-se falando realmente sobre uma energia ainda incompreendida pelo ser humano. Geralmente, ele o usa como um meio de adquirir o que deseja, de submeter outros indivíduos à sua vontade ou de fazê-los trabalhar para si próprio. Entre os homens mais bem-formados, o dinheiro costuma ser usado para satisfazer as necessidades daqueles que lhes estão próximos, ou seja, como instrumento do amor pessoal. Contudo, mesmo nesses casos, quase sempre o egoísmo é o ponto central, embora mesclado com amor humano. Raramente o dinheiro é usado para o bem de todos, e o desejo ou problema pessoal de um indivíduo é, em geral, posto à frente de necessidades maiores. Como se vê, a humanidade está longe de cumprir a Lei espiritual superior. Segundo essa Lei, quando o indivíduo começa a esquecer-se de si e a usar os próprios bens para suprir os que precisam mais, vê instaurar-se em sua vida a verdadeira abundância. Aos que tencionam, no entanto, entrar na abundância incondicional pode-se sugerir um pequeno roteiro para reflexão. Que perguntem a si próprios, em primeiro lugar, o que os move a usar o dinheiro ou um bem material: cumprir deveres, beneficiar entes queridos ou satisfazer os próprios desejos? Em qualquer um desses casos, o motivo precisa ser transformado. Uma outra questão a ser colocada é se o que os motiva é uma causa particular ou um ideal grupal. Em qualquer caso, é preciso que a energia do amor incondicional seja sempre presente. Feitas essas considerações, vemos a importância de desenvolver a habilidade de aplicar corretamente, na vida cotidiana, a energia do dinheiro ou dos bens terrenos. Embora a situação geral do dinheiro seja caótica, isso não exclui um comportamento correto diante dele. Para tanto, uma reflexão preliminar e um pensamento unificado, focalizando o bem grupal e a Lei Divina, seriam da maior importância. Para compreendermos melhor o uso correto do dinheiro, tomemos o exemplo simbólico do sangue humano, que flui por todas as partes do corpo. O sangue desce, é usado pelo metabolismo, sobe ao cérebro, depois volta ao coração; circula em um ritmo adequado, mais ou menos acelerado, conforme o caso; dá, assim, vida às células de todo o corpo. Enquanto perfaz esse circuito, ele se renova; à medida que caminha, não é mais o mesmo. Transforma-se continuamente. O processo de circulação da energia monetária na sociedade pode ser comparado a esse do sangue humano. Se o sangue se estancasse em um local, se não atingisse as células, o que sucederia? Assim como nenhum ponto do corpo pode viver sem ele, nenhum indivíduo deveria ficar sem a energia material de que necessita. Nesta civilização, trabalha-se em função do que é indicado numa cédula, cheque ou letra de câmbio, esquecendo-se de que essa indicação é dada pelo próprio homem e não supre nenhuma necessidade real que ele possa ter. Pode o dinheiro comprar a paz? Pode comprar a saúde? Pode comprar o desenvolvimento da consciência? Pode comprar a alegria verdadeira, que vai além de um sorriso? O dinheiro, em vez de cumprir sua tarefa de materializar o necessário à vida, passou, na verdade, a ser um estímulo para o acúmulo de créditos, de bens, de prestígio – ilusões que não correspondem à riqueza real alguma. Para conhecer as obras do autor, acesse o site www.irdin.org.br ou o site www.comunidadefigueira.org.br, que transmite ao vivo palestras mensais de Trigueirinho.

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