Crise na Ucrânia atrapalha, mas pode ajudar Willian a ficar na Raposa

Ucrânia passa por momentos turbulentos e Metalist, clube de Willian, se afunda em crise financeira; Raposa quer baixar pedida de 4 milhões de euros

iG Minas Gerais | Frederico Ribeiro |

DENILTON DIAS/O TEMPO
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A crise política que domina a Ucrânia reflete diretamente na situação do meia-atacante Willian em relação ao fico no Cruzeiro. A Raposa pretende comprar o 'bigode azul' e possui a preferência na oferta. Porém, o que atrapalha é a dificuldade de comunicação com o Metalist, clube de Willian. Mas a crise pode acabar ajudando o Cruzeiro a abaixar o preço de 4 milhões de euros.   Alexandre Mattos e Gilvan de Pinho Tavares, diretor de futebol e presidente da Raposa, respectivamente, não estão desanimados. Pelo contrário, acreditam que podem dar sequência à um negócio que, quando foi realizado em 2013, foi espetacular: vender Diego Souza por 18 milhões de reais e ter Willian por um ano. Mas o desejo de ficar com o 12º jogador de Marcelo Oliveira obrigatoriamente passa por diminuir os cofres celestes.   O Metalist possui uma ligação direta com o ex-presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovich. O presidente do clube da pequena cidade de Kharkiv era uma espécie de 'patrono' do Metalist, tendo o apoio político do mandatário do clube, Sergey Kurchenko.   A saída dos dois presidentes deixou o Metalist em situação financeira complicada. O Cruzeiro pode explorar isso e oferecer um valor abaixo dos 4 milhões de euros. A diretoria celeste tem até o dia 30 de maio para fazer uma oferta e tentar ficar com o atleta de forma definitiva.

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