Viúva do pedreiro Amarildo é detida após brigar com policiais

Ela teria xingado alguns militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na manhã deste sábado, quando um grupo de moradores ensaiava uma manifestação

iG Minas Gerais | Da Redação |

RJ - INVESTIGAÇÃO/AMARILDO/ROCINHA/RIO - GERAL 
RJ - INVESTIGAÇÃO/AMARILDO/ROCINHA/RIO - GERAL - Elisabeth, esposa de amarildo, acompanha operação da Delegacia de homicidios (DH) que foii até a UPP da Rocinha para investigar o desaparecimento do morador que sumiu no dia 13 de julho, após ser abordado por policiais dentro da favela, durante uma operação para combater o tráfico de drogas local. 
 
Foto: ALESSANDRO COSTA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO
ODR20130802068 - 02/08/2013 - 15:24
RJ - INVESTIGAÇÃO/AMARILDO/ROCINHA/RIO - GERAL RJ - INVESTIGAÇÃO/AMARILDO/ROCINHA/RIO - GERAL - Elisabeth, esposa de amarildo, acompanha operação da Delegacia de homicidios (DH) que foii até a UPP da Rocinha para investigar o desaparecimento do morador que sumiu no dia 13 de julho, após ser abordado por policiais dentro da favela, durante uma operação para combater o tráfico de drogas local. Foto: ALESSANDRO COSTA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO ODR20130802068 - 02/08/2013 - 15:24

A doméstica Elisabete Gomes da Silva, viúva do pedreiro Amarildo Dias de Souza, desaparecido desde julho do ano passado na Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, foi detida após se desentender com policiais militares na comunidade. Segundo a Polícia Civil, Elisabete foi acusada de tentativa de lesão corporal, desacato e resistência.

A ocorrência foi registrada na 11ª Delegacia de Polícia, na própria comunidade. Elisabete prestou depoimento, mas já foi liberada. Ela teria xingado policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na manhã deste sábado, quando um grupo de moradores ensaiava uma manifestação. O caso será encaminhado ao Juizado Especial Criminal (Jecrim).

Amarildo desapareceu na noite de 14 de julho de 2013, aos 43 anos, quando foi conduzido por policiais à sede da UPP da Rocinha "para averiguação". Em processo que tramita na 35ª Vara Criminal do Rio, 25 policiais militares são acusados de envolvimento na tortura seguida de morte e ocultação de cadáver do pedreiro. Agência Estado  

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