Diferença de valores é um problema de longa data na capital

iG Minas Gerais | Larissa Arantes |

Os problemas financeiros da administração municipal estão se repetindo com o passar dos anos e já eram visíveis nos balanços orçamentários publicados no “Diário Oficial do Município” (DOM) pela Prefeitura de Belo Horizonte em anos anteriores.  

No fim de 2012, a administração municipal suspendeu novos contratos e aditivos para a realização de obras e revelou que o motivo estava justamente na arrecadação: cerca de 78% da verba prevista para garantir esse tipo de investimento na cidade ainda não havia chegado aos cofres públicos.

Naquele ano, a rubrica “receita de capital” – que abrange a verba negociada para uma finalidade específica, como intervenções para a contenção de enchentes e outras obras – havia arrecadado, ao fim do primeiro semestre, apenas 22% do total previsto de R$ 1,812 bilhão no orçamento para 2012.

Para 2014, o orçamento aprovado pela Câmara Municipal, a partir do que foi enviado pelo Executivo, totaliza aproximadamente R$ 11,5 bilhões. Em 2013, a previsão total não ultrapassou os R$ 10 bilhões. Atual.

As estimativas de gastos e investimentos foram feitas com base em um índice inflacionário de 5,7% para este ano, além de outros fatores determinantes como o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,5%. 

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