Levir esbanja otimismo para recolocar o Atlético nos trilhos

Novo treinador do Galo frisa necessidade de ajudar o grupo a retomar o foco e comenta boa aceitação da Massa com seu retorno

iG Minas Gerais | THIAGO PRATA |

Levir Culpi começou os seus trabalhos no Atlético nesta sexta-feira
DIVULGAÇÃO/ATLÉTICO
Levir Culpi começou os seus trabalhos no Atlético nesta sexta-feira

“Temos que recuperar o objetivo dos jogadores”. Este é o lema que o novo técnico do Atlético, Levir Culpi, enfatizou em sua apresentação oficial, em Porto Alegre, local da partida de domingo contra o Grêmio, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O comandante alvinegro elogiou bastante o elenco e tem plena certeza de que o time irá reeditar os grandes jogos de 2013.

Para o próximo embate, ele deve manter a base da equipe titular que perdeu para o Atlético Nacional-COL, na quarta-feira, pela Libertadores. “Estou muito ancorado ao Carlinhos Neves que tem o controle da parte física dos jogadores. Vamos analisar ainda. Não podemos fazer muitas mudanças. O time tem padrão e é forte. Esperamos chegar em breve a grandes jogos”, ressaltou.

Levir dirigiu o Galo em três outras oportunidades – 1994/95, 2001/2 e 2006/7. Após a última passagem, se transferiu para o futebol japonês, onde permaneceu por quase sete anos. No entanto, a identificação com o clube e a Massa permaneceu.

“Me lembro dessa afinidade que existia com o torcedor, mas ela está extremamente vinculada com o resultado. Para ser lembrado, você tem que vencer e é o que tentei passar para os jogadores hoje (sexta-feira) no nosso primeiro contato. Tem que buscar o objetivo, porque a torcida vai estar conosco”, destacou o treinador.

O técnico atleticano procura se atualizar o tempo todo com o mundo do futebol e promete levar para o Atlético todo o aprendizado adquirido nos últimos anos.

“Na primeira vez que fui para o Japão, em 97, trouxemos de lá muitas coisas interessantes, e agora mais ainda, porque em matéria de programação e organização, eles dão no chinelo na gente. Fui lá aprender futebol, não perdi tempo. Foram sete anos no paraíso, já que não existe vaia, praticamente. Os torcedores vão assistir a um espetáculo, e aqui eles vão assistir o time ganhar. Tenho que trabalhar em outro sentido. Aprendi muitas coisas e quero colocar em prática aqui e acho que vai ser interessante”, disse.

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