Kalil nega grande atraso no pagamento dos salários dos atletas

Presidente afirma que são 15 dias em débito, mas que situação será resolvida em breve

iG Minas Gerais | Da Redação |

Dirigente também se mostrou tranquilo quanto à liberação do dinheiro da venda de Bernard
Flickr Atlético/Bruno Cantini
Dirigente também se mostrou tranquilo quanto à liberação do dinheiro da venda de Bernard

Além de apresentar o novo técnico do Atlético, Levir Culpi, o presidente Alexandre Kalil também comentou as finanças do clube, em Porto Alegre. Primeiramente, ele confirmou o atraso no pagamento dos salários do grupo de jogadores. No entanto, ressaltou que a situação será resolvida em breve. 

"Tem onda de salário atrasado, não tem. Nós estamos com 15 dias de atraso e vamos liquidar", disse o presidente. 

Ao mesmo tempo, Kalil também falou sobre a situação do bloqueio do dinheiro da venda de Bernard ao futebol ucraniano.

"Eu tenho a absoluta tranquilidade, até pela conversa do ministro (da AGU) Luis Adams, mas nós estamos lutando", ressaltou.

Mesmo com a pendência, o mandatário alvinegro explicou que já tem o orçamento necessário para fechar bem o último mandato dele no Galo.

"Já fizemos todo o planejamento de renovação do Galo na Veia (programa de sócio) e com Campeonato Mineiro (cotas) para pagar nossa folha até dezembro. O Atlético-MG vai ser entregue organizado (ao próximo presidente). É o terceiro pay-per-view do Brasil. Está apresentando agora um balanço, que quando nós apresentamos ano passado o orçamento de R$ 180 milhões, que era o que nós previámos, na verdade foi 230 milhões ou 220 milhões ( R$ 215 milhões segundo o site do clube). O Atlético-MG vai muito bem", ponderou Kalil. 

E ele vai acompanhar de perto a estreia de Levir no comando da equipe. Ele estará na Arena do Grêmio, no domingo, para a partida contra a equipe Gaúcha. 

"Eu falei para os jogadores. Eu não acompanho mais o time. Eu estou aqui em Porto Alegre pelo fato que aconteceu. Eu disse que ia apresentar o treinador, vou ficar aqui para o jogo obviamente. Mas eu perdi o fim de semana em Brasília. E agora minha vida é passar quarta, quinta e sexta por conta dessa 'tragédia' (dinheiro retido) que aconteceu. Isso é dever do presidente. Mas nosso caminho é sem volta. Vai dar tudo certo", completou. 

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