Arquidiocese quer doações de R$ 3.000 por fiel para concluir catedral

Arcebispo metropolitano dom Walmor afirmou que expectativa é alcançar 50% do necessário para construção; valor de cada cota de R$ 3.000 pode ser dividido em 60 vezes

iG Minas Gerais | Bernardo Miranda |

ARQUIDIOCESE DE BH/DIVULGAÇÃO
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Com o fim da fase de contenção e terraplenagem das obras para construção da catedral Cristo Rei, na região Norte da cidade, a arquidiocese de Belo Horizonte lança neste sábado (26) uma nova campanha para arrecadação de recursos. O foco é conseguir a verba necessária para a edificação da praça das Famílias. O local será uma grande esplanada para receber missas a céu aberto, apresentação de shows e eventos. No centro do espaço será construída a cúpula da catedral.

Nesta sexta-feira (25), o arcebispo metropolitano, dom Walmor Oliveira de Azevedo, visitou as obras e apresentou uma maquete para mostrar como a catedral ficará após a conclusão do projeto elaborado por Oscar Niemeyer. Em junho, será iniciado os trabalhos de fundação e estrutura da edificação, que devem durar até o fim do ano.

A Igreja já conta com os recursos necessários para concluir essa etapa. Porém, para manter o ritmo do trabalho, precisa de mais dinheiro para a conclusão da praça das Famílias. Por isso, o lançamento da nova campanha.

Doações

Os fiéis poderão doar por meio de cotas de R$ 3.000. O valor poderá ser dividido em até 60 vezes. “A nossa expectativa, com essa campanha, é alcançar 50% do que precisamos para a construção da catedral, com a adesão de 15 mil famílias”, afirmou dom Walmor.

Toda a obra está orçada em R$ 100 milhões e tudo deve ficar pronto em 2021. As famílias que fizerem a doação terão seus nomes gravados nas contas de um grande terço de rosário que será desenhado em volta da praça das Famílias.

A expectativa é que a esplanada esteja concluída em junho de 2016, para, então, dar início à construção da cúpula da catedral. Embaixo da esplanada será construído um auditório, quatro museus ligados a atividades culturais sacras e diversas salas de apoio às atividades sociais da Igreja.

“Para essa parte, vamos atrás das leis de incentivo à cultura e também das leis de incentivo a obras sociais para conseguir os recursos”, concluiu o arcebispo.  

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