Trabalhadores da educação estão em greve

Categoria luta por melhorias no sistema educacional; greve não tem data para termina

iG Minas Gerais |

Greve não tem data para terminar
ALISSON GONTIJO
Greve não tem data para terminar
Os trabalhadores da educação de Contagem decidiram entrar em greve por tempo indeterminado durante assembleia-geral realizada na tarde dessa quarta-feira (23). De acordo com o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) Contagem, o objetivo da paralisação é protestar contra a desvalorização da categoria e a falta de proposta de reajuste salarial com ganhos reais, que não seja paga de forma parcelada. Além disso, a categoria quer plano de saúde, licença remunerada para estudo e o fim das terceirizações.   Na próxima terça-feira (29), em nova assembleia, os trabalhadores esperam que o governo municipal possa oferecer uma proposta de reajuste salarial de maneira formal, além de melhores condições de trabalho, fim das terceirizações, plano de saúde, revisão do plano de carreira, valorização dos trabalhadores da educação infantil e do quadro administrativo da educação.   Resposta da prefeitura   De acordo com a prefeitura de Contagem, as escolas municipais funcionam normalmente nesta quinta (24). A Prefeitura informou ainda que mantém um diálogo permanente com a categoria, por meio da Câmara Setorial de Negociação, que conta com a participação de representantes do governo, da Secretaria de Educação e do Sind-UTE. A prefeitura acredita no avanço do processo de negociação com o sindicato, e que tem se esforçado para ampliar as ações de valorização dos profissionais da rede municipal e melhorar a qualidade do ensino.   A prefeitura disse também que paga o maior salário para a categoria da região metropolitana de Belo Horizonte, e no ano passado, deu o maior reajuste salarial da região. Dentre os investimentos, também estão a valorização e ampliação dos profissionais. No ano passado, também foi estabelecida a redução na jornada de trabalho para os servidores do quadro administrativo da Educação, passando de 40h para 30h semanais. No início de 2014, a Secretaria de Educação convocou mais de mil servidores, entre professores e profissionais da Educação, aprovados em concurso público para trabalharem nas escolas municipais.

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