Ampliação do setor não sai do papel

iG Minas Gerais |

Promessa. 
Ampliação do setor foi feita em 2012, mas, dois anos depois, não funciona, apesar de equipamentos já terem sido comprados
FOTO: MOISES SILVA / OTEMPO
Promessa. Ampliação do setor foi feita em 2012, mas, dois anos depois, não funciona, apesar de equipamentos já terem sido comprados

Para o paciente Valdemar Batista, que também é presidente da Associação dos Pacientes Renais, Doadores e Transplantados de Betim (Asprebe), a solução para acabar com o déficit de vagas no setor é a inauguração de mais uma ala, que foi prometida ainda na gestão passada. Segundo ele, há dois anos, há vários equipamentos encaixotados em uma sala ao lado do salão principal da diálise que poderiam ser utilizados.

“Essa sala foi construída em 2012, com capacidade para receber até 200 pacientes por mês, mas, até hoje, não funciona. Isso demonstra a falta de comprometimento da prefeitura com os pacientes do setor. Enquanto não houver essa ampliação, vamos continuar tendo pacientes na fila de espera por ‘vagas fixas”, diz. Para Batista, que é paciente renal há 30 anos, o descaso se mantém por anos. “O gasto com pacientes que ocupam leitos comuns é muito maior. Além disso, estão vulneráveis a infecções. A situação da hemodiálise chega a ser desumana. Em dias de calor, a gente quase derrete, pois nem ar-condicionado existe no local”, protesta.

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