Belo Horizonte tem redução de 80% explosões de caixas eletrônicos

Números da Secretaria de Estado de Defesa Social (Sedes) demonstram também uma queda de 14% de casos em todo Estado

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

O número de explosões de caixas eletrônicos no primeiro trimestre deste ano reduziu em 80% em relação ao mesmo período de 2013. Neste ano foram apenas dois casos contra 10 ocorrências do ano passado. Os números da Secretaria de Estado de Defesa Social (Sedes) demonstram também uma queda de 14% de casos em todo Estado, sendo 108 ocorrências de janeiro a março de 2014 contra 126 no mesmo período de 2013.

O secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo Ferraz, atribui a queda nos índices a parceria entre Polícias Civil e Militar, Exército e a Polícia Rodoviária Federal. “Temos conseguido realizar diversas operações integradas, que têm demonstrado resultados muito positivos na apreensão de armas, explosivos e drogas e, também, no cumprimento de mandados de prisão”, afirmou.

O secretário ressalta a importância das operações Divisas Seguras, coordenadas pela Secretaria de Defesa Social e realizadas em parceria com as polícias Civil e Militar, o Corpo de Bombeiros Militar, a Receita Estadual, a Receita Federal, o Ministério Público, a Polícia Rodoviária Federal e os Estados de São Paulo, Goiás, Espírito Santo e Mato Grosso. Somente nestas operações já foram apreendidos 300 quilos de material explosivo e três bobinas de cordel detonante.

Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a redução das ocorrências de explosão de caixas eletrônicos foi de 65%, passando de 26 registros em 2013 para 9 no mesmo período deste ano. Também merecem destaque as Regiões Integradas de Segurança Pública (Risps) de Barbacena, Pouso Alegre e Ipatinga, que apresentaram redução de 100%, 75% e 41% nas ocorrências, respectivamente. As Risps de Curvelo e Poços de Caldas também tiveram redução de 25% nos índices.

A 9ª Região Integrada de Segurança Pública (Risp), com sede em Uberlândia, que tradicionalmente era uma das mais atingidas pelo crime de explosão, completou, na semana passada, um mês sem registros. Para o comandante-geral da 9ª Risp, coronel Volnei Marques, a queda nos índices deve-se ao trabalho de inteligência realizado.

“Temos um grupo de inteligência formado por dois policiais civis, dois policiais militares e um policial federal, que fazem estudos e levantamentos e, por isso, chegamos aos bons resultados”, afirmou.

Com Agência Minas 

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