Mercado volta a reduzir previsão de crescimento do PIB

Economistas elevaram de 4,60% para 4,70% a expectativa de inflação dos preços administrados (as tarifas públicas) para 2014; para 2015, a projeção também aumentou

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

A previsão de crescimento da economia brasileira em 2014 recuou de 1,65% para 1,63% na pesquisa Focus do Banco Central.

Há quatro semanas, a expectativa era de 1,70%. Para 2015, a estimativa de expansão se manteve em 2,00%, mesmo valor há oito semanas.

A projeção para o crescimento do setor industrial em 2014, no entanto, apresentou aceleração; passou de 0,70% para 1,40%. Para 2015, economistas mantiveram a previsão em 2,95%. Quatro semanas antes, a Focus apontava estimativa de expansão de 1,41% para 2014 e de 3,00% em 2015 para o setor.

Os analistas mantiveram estável, em 34,80%, a previsão para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB em 2014. Há quatro semanas, estava em 34,75%. Para 2015, segue em 35,00% há 18 semanas.

IGP-DI

A projeção para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) em 2014 aumentou de 7,28% para 7,35% na pesquisa.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que corrige a maioria dos contratos de aluguel, no entanto, ficou estável em 7,20%. Quatro semanas atrás, o mercado previa para 2014 altas de 7,03% para o IGP-DI e de 6,81% para o IGP-M.

Para 2015, a projeção para o IGP-DI segue em 5,50% há 21 semanas. Para o IGP-M, continua em 5,50% há 14 semanas.

A pesquisa também mostrou que a previsão para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em 2014 ficou estável em 6,19%.

Há um mês, a expectativa dos analistas era de alta de 5,89% para o índice que mede a inflação ao consumidor em São Paulo. Para 2015, a projeção ficou estável em 5,00%, mesmo valor de sete semanas atrás.

Os economistas elevaram de 4,60% para 4,70% a expectativa de inflação dos preços administrados (as tarifas públicas) para 2014. Para 2015, a projeção também aumentou; subiu de 5,90% para 6,00%. Há quatro semanas, as projeções eram de, respectivamente, 4,30% e 5,50%.

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