Detenção às vésperas de greve para ‘garantir a ordem pública’

iG Minas Gerais |

Brasília. A greve da PM baiana se estendeu por cerca de dois dias entre terça e quinta-feira da última semana. Foi acompanhada por uma explosão da criminalidade em cidades como Salvador e Feira de Santana, e terminou com governo e grevistas cedendo em concessões e reivindicações.

A situação voltou a ficar tensa na sexta-feira, após a prisão de Prisco pela Polícia Federal. O governo de Jaques Wagner (PT) negou relação com a detenção, pedida pelo Ministério Público Federal, e disse que os termos do acordo estavam mantidos. A versão não conteve a insatisfação da categoria, e PMs passaram a madrugada de sábado sem ir às ruas em protesto contra a prisão, o que se refletiu em violência acima da média em cidades como Salvador e Feira de Santana. Voltaram às ruas ao longo do dia diante de pressões de oficiais, mas em “operação tartaruga”: quase não registrando ocorrências.

A Procuradoria reconheceu ter pedido prisão de Prisco para “garantir a ordem pública” diante da iminência da greve.

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