Tattoo coletiva

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Mauro Figueiredo / Divulgacao
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A relação de Matheus Dias, 27, com a tatuagem aconteceu em um flash. Menos de um ano e meio atrás, quando ainda tinha um emprego fixo como designer, ele começou a se interessar e estudar mais sobre tatuagem. “Comecei a pesquisar por curiosidade, mas fui gostando do que ia descobrindo”, conta ele, que adotou a tatuagem como trabalho em seu estúdio, Dias Design.

Em fevereiro, junto com os criadores de um bloco de Carnaval de BH, ele organizou um evento inusitado: uma festa de tatuagem coletiva. Os convidados podiam fazer no corpo um pequeno coração vermelho, símbolo do bloco em questão. “De início, se 20 pessoas se interessassem, eu já estaria satisfeito. Mas a coisa foi começando a crescer”, conta. Ao todo, 56 pessoas adotaram o símbolo nas mais diversas partes do corpo. (RS)

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