Cientistas buscam rosto totalmente sintético

iG Minas Gerais |

Ainda neste ano, um período de testes deve começar na Índia e em Londres para pôr à prova as orelhas feitas em laboratório em pessoas que nasceram sem esse órgão. “As orelhas são mais difíceis de fazer do que os narizes porque você tem que acertar todos os contornos, e a pele é apertada para que você veja toda a sua estrutura”, disse Michelle Griffin, cirurgiã plástica que fez dezenas de orelhas e narizes no laboratório de Seifalian.

Griffin acrescentou que eles pretendem criar um rosto totalmente sintético, mas precisam primeiro provar que seus esqueletos poliméricos não vão estourar acidentalmente para fora da pele.

“No momento, crianças que precisam de novas orelhas têm de passar por um procedimento muito invasivo que envolve tirar cartilagem de suas costelas”, assinalou Griffin. Ela acrescenta que tirar células de gordura do abdômen dos pacientes para acrescentar a um esqueleto de orelha feito em laboratório facilitaria muito os vários procedimentos que muitas vezes são necessários para esculpir uma orelha.

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