Prefeitura garante economia

iG Minas Gerais |

A Prefeitura de Belo Horizonte considera que mesmo com o gasto previsto sendo maior que o do projeto similar de Salvador, a capital mineira atingirá seu principal objetivo: economizar. Conforme o prefeito Marcio Lacerda explicou no lançamento do edital, a economia estimada pode chegar a R$ 70 milhões, por ano. Atualmente, o município gasta R$ 20 milhões por ano em aluguéis. Apenas a sede da prefeitura e o prédio da secretaria de Finanças não estão abrigados em prédios alugados.

Com os sete prédios alugados pela administração, o município gasta R$ 40 milhões. Apenas com o imóvel onde funciona a Secretaria Municipal de Esporte, o município tem despesa de R$ 8,6 milhões por dois anos de contrato de aluguel.

Na capital mineira, a construção de um centro administrativo municipal é baseada nos moldes da Cidade Administrativa, do governo do Estado. A megaestrutura, projetada pelo governo do PSDB, representou um investimento de R$ 1 bilhão.

história. O empreendimento da prefeitura terá que acompanhar os padrões históricos do atual prédio da Região Integrada de Segurança Pública (Risp), na praça Rio Branco (da Rodoviária), e deverá ter uma forma de ligação com a edificação do atual terminal rodoviário, que é da década de 70.

Em São Luís, onde há proposta similar do governo do Estado, um dos desafios é o favorecimento da circulação de pedestres na região com segurança e conforto. Na capital maranhense, 70% de quem acessa os prédios já instalados no ponto escolhido para ser o novo centro administrativo chega a pé, mas a circulação atual não é favorável aos pedestres.

Na capital mineira, a previsão é de que mais passarelas sejam construídas, além de ruas exclusivas para a circulação de pedestres e a criação de pequenas áreas verdes interligadas, que vão permitir a circulação de pessoas. (LA)

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