Anúncio minimiza cláusulas da Pasadena

iG Minas Gerais |

A Petrobras repetiu, em anúncio publicado ontem, que o resumo executivo elaborado sobre a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, não continha cláusulas “consideradas importantes”. O texto faz referência às explicações apresentadas pela presidente da estatal, Graça Foster, audiência no Senado, na última terça-feira.  

A compra de 50% da refinaria, pertencente à belga Astra Oil, ocorreu em 2006 e teve aval do Conselho de Administração da estatal, na época presidido pela então ministra Dilma Rousseff. Em 2012, a negociação passou a ser investigada por órgãos de controle em razão de suspeitas de superfaturamento.

A presidente Dilma afirmou que só apoiou o negócio porque o resumo executivo não informava sobre as cláusulas Put Option (obriga a Petrobras a adquirir a metade restante da unidade em caso de brigas entre as partes) e Marlim (garantia de lucro mínimo à sócia).

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