Zinho diz que Santos ainda sonha com volta de Diego

Objetivo do clube paulista era negociar com Diego para definir seu retorno no meio deste ano

iG Minas Gerais | AGÊNCIA ESTADO |

Divulgação / Atlético de Madrid
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Passada a decepção na final do Paulistão, o Santos volta suas atenções para o Campeonato Brasileiro e aventa possibilidades de reforços para a sequência do ano. O sonho mais alto continua sendo Diego, cotado para voltar ao time desde o fim do ano passado. Zinho, gerente de futebol, admite o sonho, mas evita empolgar a torcida.

"Eu queria o Diego quando era diretor do Flamengo, mas o financeiro não é viável. É o top, sonhar a gente sonha sempre, fui dormir às 4h30", disse Zinho, nesta terça-feira, ainda na "ressaca" da perda do título estadual. "Sonhamos com cada nome, mas meu grupo é bom. Confio muito nesse grupo, com jogadores talentosos, com nomes muitos bons, que vão amadurecer muito", desconversou.

O objetivo do Santos era negociar com Diego para definir seu retorno no meio deste ano. O brasileiro acabou acertando por empréstimo com o Atlético de Madrid. O vínculo, no entanto, se encerra em junho, assim como o contrato em definitivo com o Wolfsburg, dono dos seus direitos. Diego, portanto, poderia voltar ao Santos sem maiores custos.

Sem mostrar confiança no retorno do meia, Zinho prefere valorizar os reforços promovidos da base, no início deste ano. Para o gerente, o sucesso dos garotos evita que o clube busque mais jogadores para o Brasileirão.

"Temos uma equipe que começou se formando, mesclando os experientes com os que subiram da Copinha e que amadureceram, mostrando que o objetivo era formar um grupo, passando pela comissão técnica. O Paulista seria para isso: fortalecer os atletas, o grupo, a necessidade de preencher ainda mais o grupo para as demais competições", disse.

Zinho revelou que ainda aguarda decisão do Conselho Gestor para definir o futuro de Léo e Emerson Palmieri. "O Emerson já teve três conversas para uma possível renovação. Não está definido, mas há o interesse do clube na permanência. O Léo é outro assunto, tem contrato até o dia 30, foi renovado ano passado pela presidência e é o mesmo caso, que não depende da gente, vai ser decidido pelo Conselho Gestor", explicou.

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