Até boteco é pago virtualmente

iG Minas Gerais |

RIO de janeiro. Cerveja, caipirinha, coxinhas, pastéis e a opção de pagar a conta sem abrir a carteira – ao menos não a tradicional. O cardápio é do Bar do Zé Gordo, que passou a aceitar pagamento com bitcoins na semana passada, a pedido dos clientes. A maioria trabalha em grandes bancos estrangeiros e empresas de tecnologia na vizinhança, no próspero Itaim Bibi, bairro na zona Oeste de São Paulo.  

Além de pagar com a moeda virtual, os clientes também poderão comprar bitcoins no estabelecimento que João Luiz de Campos, mais conhecido como Zé Gordo, mantém há 20 anos. O bar conta com o primeiro caixa eletrônico de bitcoins do país, que foi instalado pelo Mercado Bitcoin. A máquina recolhe dinheiro e credita em moeda virtual. Foi inaugurada na Campus Party, onde recolheu R$ 4.000 em depósitos de até R$ 50.

Estima-se que 50 negócios no país aceitem bit-coins, num universo que passa por comércio de bicicletas, games e sex shop, além de serviços como hospedagem de sites e contabilidade. Um dos primeiros a aderir foi o Las Magrelas, misto de bicicletaria e bar, em Pinheiros, bairro paulistano frequentado por jovens e moderninhos. Inaugurado em fevereiro do ano passado, passou a aceitar bitcoins em maio.

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