Doleiros tentaram driblar escuta

iG Minas Gerais |

Brasília. Na operação Lava Jato, a Polícia Federal descobriu que alguns personagens que se identificavam como Primo, Zezé, AsterixObelix e Bat Fatalic evitavam ligações convencionais e preferiam as mensagens criptografadas do BlackBerry (BBM), diálogos via Skype ou por Whatsapp.

Mesmo assim, A PF conseguiu autorização judicial para interceptar em tempo real dados trocados pelos investigados por Skype, BBMs e e-mails. Além de negócios suspeitos, descobriram que por trás dos apelidos estão, respectivamente, os doleiros Alberto Youssef, Carlos Chater, Raul Srour e Nelma Kodama – todos presos pela PF. O juiz que autorizou a quebra de e-mails e BBMs destacou serem necessários “métodos modernos de investigação, como a interceptação telemática” para elucidar as transações que “se dão essencialmente pelo Skype e Messenger”.

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