COPA 2014 Gênio Messi lidera sonho hermano de reconquista

Seleção argentina teve sorte na logística e nos primeiros adversários; Cidade do Galo lhe dará paz e estrutura

iG Minas Gerais | Victor Martins |

“Fizemos boas eliminatórias e chegaremos em bom momento. O elenco é bom e nos damos muito bem. Pode ser o nosso ano. No Mundial pode acontecer qualquer coisa, mas creio que chegamos bem.”
Lionel Messi
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Jorge SaenzA/AP
“Fizemos boas eliminatórias e chegaremos em bom momento. O elenco é bom e nos damos muito bem. Pode ser o nosso ano. No Mundial pode acontecer qualquer coisa, mas creio que chegamos bem.” Lionel Messi ATACANTE DA ARGENTINA

Vencedora da Copa do Mundo por duas vezes e com Lionel Messi, a seleção da Argentina chega ao Brasil como uma das grandes forças para a disputa pelo título. Sem conquistar o mundo desde 1986, quando era liderada por Maradona, e sem conquistar nenhum título desde 1993, quando venceu a Copa América, os nossos vizinhos sonham em repetir o que fez o Uruguai, em 1950.

Elenco não falta. Nenhuma seleção do Mundial tem tantas opções ofensivas como a Argentina. Messi, Higuaín e Agüero formam o trio ofensivo, sendo que Dí Maria, Lavezzi e Maxi Rodriguez são algumas opções na armação da equipe.

O treinador Alejandro Sabella se dá ao luxo de não convocar Carlitos Tevez. Sabella tem experiência quando o assunto é ser campeão no Brasil. Ele era o treinador do Estudiantes que venceu a Libertadores, em 2009, sobre o Cruzeiro, no Mineirão. O treinador gostou tanto de Belo Horizonte que é na capital mineira que a preparação vai ser feita. Os argentinos vão ficar na Cidade do Galo.

“Com respeito ao grupo que caímos, geograficamente, é muito bom para a gente, porque estaremos em Belo Horizonte e vamos jogar no Rio, em Belo Horizonte e em Porto Alegre. São viagens curtas e estamos falando de um país muito grande, quase do tamanho de um continente, no qual jogar no Norte e no Sul significa um longo trajeto, com suficiente desgaste dos jogadores, somado às diferentes temperaturas”, ponderou Sabella.

Já Messi chega ao Brasil com a responsabilidade de brilhar numa Copa do Mundo. Reserva em 2006 e apagado em 2010 – em ambas a Argentina caiu nas quartas de final – o camisa 10 do Barcelona chega ao terceiro Mundial com 26 anos. Quando Maradona assombrou o mundo, em 1986, no México, o também baixinho e camisa 10 da seleção argentina tinha de 25 para 26 anos.

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