Relação precisa ser de mão dupla

iG Minas Gerais | Luiza Muzzi |

A política da inclusão na comunidade é, na avaliação de gestores em educação, a melhor arma no combate à violência no ambiente escolar. Mas, para que isso aconteça, é preciso cultivar uma relação de pertencimento mútuo entre escola e população.

“É um caminho de mão dupla, em que a comunidade se apropria e ao mesmo tempo cuida da escola”, disse a secretária adjunta de Estado de Educação, Maria Sueli Pires. Segundo ela, uma das ferramentas que têm dado certo é a realização do Fórum de Promoção da Paz Escolar (ForPaz), que, por meio da articulação de uma rede de parceiros e da disseminação de técnicas de mediação de conflitos, busca soluções conjuntas. “Trocamos experiências mostrando que o caminho da paz existe, basta investir nele”. Gerente do programa Família Escola / Rede pela Paz nas Escolas da Secretaria de Educação da capital, Juliana de Melo Franco concorda: “A escola não pode ter um ar de presídio. Ela tem que extrapolar os muros e ser sempre inclusiva”.

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