Português não se sente inseguro

iG Minas Gerais | Juliana Gontijo |

Em 25 de agosto de 2011, o português Pedro Pote chegou ao Brasil. Da vida na Europa, onde já morou na Suíça e França, uma das diferenças é o uso do carro. “Lá eu usava transporte público. Lá é comum, tem até diretor de empresa que vai para o trabalho de bicicleta. Aqui, nunca usei o ônibus no dia a dia. Só usei o que vai para o aeroporto”, conta.  

Para viver, ele escolheu um apartamento de três quartos no bairro Funcionários, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. “A localização é boa. A centralidade é importante. É tudo perto, dá para ir a pé ou de táxi, o que é bom não só para mim, mas também para a minha esposa”, diz. Já o trabalho de Pote está em outra região da cidade – na Pampulha – , o que faz com que ele tenha que usar o carro.

No que se refere à violência, o diretor da RE/MAX Minas Gerais conta que não se sente inseguro. “Não tive problema, pode até ser por sorte”, diz. Para ele, o grande desafio do Brasil é a educação. “Se o país investir nisto, vai crescer muito. Afinal, o país tem potencial”, aconselha. 

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