Por trás de uma máscara

No ar em “Chiquititas”, Daniel Andrade revela o gosto e o prazer de trabalhar para crianças

iG Minas Gerais | belisa taam |

“A repercussão é assustadora pela tamanha fidelidade. O envolvimento das crianças com a novela é gratificante”
Luiza Dantas/CZN
“A repercussão é assustadora pela tamanha fidelidade. O envolvimento das crianças com a novela é gratificante”

Trabalhar para o público infantojuvenil sempre despertou a curiosidade de Daniel Andrade. Na pele do misterioso Miguel, de “Chiquititas” – rema ke de Íris Abravanel do folhetim infantil de grande sucesso nos anos 90 –, o ator de 38 anos assume a ânsia de corresponder à altura às expectativas das crianças que assistem ao folhetim. “A repercussão é assustadora pela tamanha fidelidade desse tipo de público. O envolvimento das crianças com a novela é gratificante”, analisa.

Após a seleção de testes para integrar o elenco do folhetim do SBT, Daniel relembra que não houve nenhum tipo de comparação com o personagem da primeira versão, vivido por Matheus Carrieri. “A equipe de produção nos dá total liberdade para criar o personagem, até por ter muitas coisas diferentes nessa fase atual”, avalia o ator.

Na história infatojuvenil, seu personagem usa uma máscara para esconder a cicatriz resultante de um acidente de helicóptero – que o deixou desaparecido por muito tempo, fazendo com que todos achassem que ele estava morto. Para Daniel, o acessório que usa em cena o transportou para o clássico longa-metragem “O Fantasma da Ópera”, cujo protagonista também é lembrado por ocultar o rosto. “A questão da máscara é baseada no personagem principal do filme. E ainda há o fato de Miguel ter ficado desaparecido em um lugar sombrio e misterioso”, compara Daniel Andrade.

Preferências Ator: Ricardo Darín Atriz: Meryl Streep Com quem gostaria de contracenar: Fernanda Montenegro Humorista: Chico Anysio Novela preferida: “Avenida Brasil”, de 2012 Vilão: Laurinha Figueroa, vivida por Glória Menezes em “Rainha da Sucata” Autor: João Emanuel Carneiro Diretor: Fábio Junqueira O que falta na televisão: Faltam programas de debate e que levem pessoas diferentes, sem ser somente do meio artístico O que sobra na televisão: Reality show 

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