Técnico do Sesi-SP acumula experiência em decisões

Em Belo Horizonte, comandante tenta conquistar seu oitavo título de campeão

iG Minas Gerais | DÉBORA FERREIRA |

Fome de título. Marcos Pacheco está longe de decisões da Superliga masculina desde a temporada 2009/2010 quando venceu o MOC
UARLEN VALERIO / O TEMPO
Fome de título. Marcos Pacheco está longe de decisões da Superliga masculina desde a temporada 2009/2010 quando venceu o MOC

Não há dúvidas de que Sada Cruzeiro e Sesi-SP irão protagonizar um grande espetáculo, já que são as duas melhores equipes da Superliga, possuem elencos recheados de atletas da seleção e contam com o status de clássico do voleibol nacional. O duelo, às 10h de amanhã, ainda tem mais um grande personagem: o técnico Marcos Pacheco, que já esteve em dez finais de Superliga na carreira.

Depois de quatro anos longe das decisões do torneio – a última foi na temporada 2009/2010, com o Cimed-SC –, o atual treinador do Sesi não esconde a alegria de tentar seu oitavo título. “Estava com muita saudade de estar em uma final, porque para todo profissional é um grande momento. É uma final, com ginásio lotado, tem toda essa expectativa que antecede. Passei por algumas finais e estou muito feliz de estar de volta a esse momento”, comemora.

De todas as premiações, três foram conquistadas quando Marcos ainda era auxiliar técnico. A primeira à frente de uma equipe foi em 2008. Não bastasse o nervosismo habitual que as decisões provocam, Pacheco ainda teve que se preocupar com o fato de ser a primeira vez em que uma Superliga era decidida em final de jogo único.

“Era uma situação nova, que não tinha um histórico, o que fazer, o que não fazer, se precisa mudar de estratégia. Foi duro, eu passei uma noite longa pensando em algumas coisas. Não podia chegar no domingo à tarde e pensar ‘e se eu tivesse feito aquilo’, não dá para fazer isso. A final única não te dá essa oportunidade, tem que executar. Mesmo se porventura houver a eventualidade de uma decisão errada, ela tem que ser tomada”, acrescentou.

Hoje, o comandante já está mais do que habituado. Carrega uma bagagem de campeão e traz boas lembranças de confrontos com mineiros: conquistou três campeonatos em cima deles, sendo as duas primeiras sobre o Vivo-Minas e a terceira diante do Bonsucesso-Montes Claros. Pacheco sabe das dificuldades, mas conhece bem a equipe estrelada após tantos encontros. “Há um respeito muito grande. Dentro de quadra, vamos nos enfrentar, eu vou lutar pelos interesses do Sesi, e o Marcelo Mendez, pelos do Sada”, declara.

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